É incrível o que aconteceu no mundo dos vinhos em São Paulo nos últimos anos. Três décadas atrás, rótulos importados eram vendidos somente em raras lojas especializadas ou em supermercados de luxo. Degustações? Ninguém sabia o que era isso. Cursos para ensinar o bê-a-bá de tintos e brancos? Não existiam. Restaurantes preocupados com a adega? Quase nenhum. “Salvo exceções como o Fasano, o Ca’d’Oro e o La Casserole, na maioria dos lugares o que se consumia mesmo era o vinho de cantina, aquele chianti com garrafa de palha”, lembra o enólogo Ennio Federico.

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