{"id":391,"date":"2016-12-17T18:18:16","date_gmt":"2016-12-17T20:18:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.guiadovinho.com.br\/?p=391"},"modified":"2016-12-17T18:18:16","modified_gmt":"2016-12-17T20:18:16","slug":"a-uva-syrah","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/guiadovinho.com.br\/?p=391","title":{"rendered":"A Uva Syrah"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_392\" style=\"width: 406px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-392\" class=\"size-full wp-image-392\" src=\"https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/uva_syrah.jpg\" alt=\"Foto: Uva Syrah\" width=\"396\" height=\"337\" srcset=\"https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/uva_syrah.jpg 396w, https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/uva_syrah-300x255.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 396px) 100vw, 396px\" \/><p id=\"caption-attachment-392\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Uva Syrah<\/p><\/div>\n<p><strong>Syrah<\/strong> para os franceses ou <strong>Shiraz<\/strong>&nbsp;para os australianos, tanto faz. \u00c9 a mesma uva, s\u00f3 muda o estilo.<\/p>\n<p>A <strong>Syrah<\/strong> \u00e9 uma casta tinta, origin\u00e1ria da Fran\u00e7a. Existem in\u00fameras hist\u00f3rias a respeito da sua origem. Uns acreditam que ela era origin\u00e1ria do oriente, Iraque, antigo Reino da P\u00e9rsia e Babil\u00f4nia e que seu nome fazia refer\u00eancia a cidade de <strong>Shiraz<\/strong>. Outros alegam que ele chegou a Europa atrav\u00e9s do porto da cidade siciliana de <strong>Syracuse<\/strong>. Ainda existia outra vers\u00e3o que dizia que a <strong>Syrah<\/strong> era uma casta aut\u00f3ctone da regi\u00e3o norte do vale do Rh\u00f4ne. Por\u00e9m, em 1998, estudos de DNA realizados pela Universidade de Davis da&nbsp;Calif\u00f3rnia, indicaram que a casta <strong>Syrah<\/strong> era fruto do cruzamento das castas <em>Dureza<\/em> e <em>Mondeuse Blanche<\/em> em tempos remotos. Apesar das evid\u00eancias, muitos ainda discordam e preferem suas pr\u00f3prias vers\u00f5es.<!--more--><\/p>\n<p>As primeiras mudas de <strong>Shiraz chegaram a Austr\u00e1lia em 1832<\/strong> pelas m\u00e3os de James Busby, anterior a praga Phylloxera. Isso garante a Austr\u00e1lia os vinhedos mais antigos de Shiraz pura, muitos deles com mais de 100 anos. Seja qual for a sua origem, o certo \u00e9 que a <strong>Syrah<\/strong> \u00e9 uma das uvas mais antigas utilizadas para se fazer vinho. Existem refer\u00eancias de sua utiliza\u00e7\u00e3o em documentos de 70dc. F\u00e1cil de cultivar, reina absoluta no Rh\u00f4ne, principalmente no norte do vale. Para muitos \u00e9 a uva s\u00edmbolo da Austr\u00e1lia.<\/p>\n<h2>Caracter\u00edsticas<\/h2>\n<p>A <strong>Syrah<\/strong> se adapta muito bem aos mais diferentes solos e climas. Mas em linhas gerais, podemos dizer que existem dois&nbsp;estilos bem distintos. O primeiro, mais profundo, complexo e longevo \u00e9 o <a href=\"https:\/\/guiadovinho.com.br\/valle-du-rhone\/\">estilo do Rh\u00f4ne<\/a>. O segundo, mais potente, quente e encorpado \u00e9 o estilo da Austr\u00e1lia e do resto do mundo.<\/p>\n<p>A casta <strong>Syrah<\/strong> n\u00e3o \u00e9 muito vigorosa, apresenta cachos de tamanho m\u00e9dio, com bagos pequenos de casca grossa em tons escuros, quase negros. Suscet\u00edvel a algumas pragas, tende a maturar melhor em regi\u00f5es mais quentes. Seu ciclo vegetativo n\u00e3o \u00e9 longo, florescendo tarde e sendo colhida no meio da temporada.<\/p>\n<h6>Em linhas gerais, os aromas prim\u00e1rios mais encontrados s\u00e3o:<\/h6>\n<p><strong>Frutas vermelhas<\/strong> (<em>framboesa, groselha, amora<\/em>), <strong>frutas pretas<\/strong> (<em>groselha preta<\/em>), <strong>florais<\/strong> (<em>violeta<\/em>), <strong>especiarias<\/strong> (<em>pimenta do reino branca<\/em>), <strong>outros<\/strong> (<em>chocolate, tabaco, alecrim, resina de cedrinho, alca\u00e7uz, alcatr\u00e3o<\/em>).<br \/>\nDependendo da forma de vinifica\u00e7\u00e3o e regi\u00e3o, podemos encontrar: <strong>amadeirados<\/strong> (<em>tostado, bala de caf\u00e9, torrefa\u00e7\u00e3o<\/em>), <strong>animal<\/strong> (<em>couro, couro velho<\/em>), <strong>outros<\/strong> (<em>ervas, trufas, cogumelos<\/em>).<\/p>\n<p>Na boca, a <strong>Syrah<\/strong> tende a ser mais fresca no Rh\u00f4ne e mais quente na Austr\u00e1lia (estilos). A acidez \u00e9 mediana e o \u00e1lcool e taninos bem marcados. Possui boa intensidade, pot\u00eancia e estrutura. O corpo pode variar entre m\u00e9dio para encorpado. A passagem por madeira \u00e9 quase uma unanimidade.<\/p>\n<p>Assim como a maioria das castas, a <strong>Syrah<\/strong> pode ser apresentada sozinha (varietal) ou em corte (assemblages). As associa\u00e7\u00f5es mais comuns s\u00e3o com a Viognier branca (C\u00f4te-R\u00f4tie), Cabernet Sauvignon (Austr\u00e1lia), Grenache e Mourv\u00e8dre (Chateauneuf-du-Pape). Al\u00e9m disso, existe um corte australiano muito famoso com a Shiraz, conhecido como GSM.<\/p>\n<p>A <strong>Syrah<\/strong> pode originar vinhos prontos para o consumo logo que s\u00e3o engarrafados, ou ent\u00e3o, vinhos que precisam de muitos anos para evoluir. Tudo depende do estilo e da regi\u00e3o em quest\u00e3o. Os vinhos jovens devem ser consumidos at\u00e9 05 anos. Os vinhos de guarda seguem a seguinte linha: de 07 a 15 anos (Austr\u00e1lia), de 07 a 20 anos (C\u00f4te-R\u00f4tie e Cornas), de 10 a 25 anos (Hermitage).<\/p>\n<h2>Principais Regi\u00f5es<\/h2>\n<p>Cultivada em muitos lugares do mundo, as principais regi\u00f5es s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Fran\u00e7a, Rh\u00f4ne (C\u00f4te-R\u00f4tie)<\/strong> &#8211; Uma das melhores express\u00f5es. Vinhos complexos, que precisam de muito tempo para evoluir. Elegantes, famosos e, na maioria das vezes, espetaculares;<\/li>\n<li><strong>Fran\u00e7a, Rh\u00f4ne (Hermitage)<\/strong> &#8211; Para muitos, sua melhor express\u00e3o. Vinhos igualmente complexos, mais minerais &nbsp;e t\u00e2nicos. Existem duas denomina\u00e7\u00f5es mais prontas para beber, chamadas: Crozes-Hermitages e Saint Joseph;<\/li>\n<li><strong>Fran\u00e7a, Rh\u00f4ne (Cornas)<\/strong> &#8211; Outra espetacular denomina\u00e7\u00e3o. Seus vinhos tendem a serem mais potentes, r\u00fasticos e t\u00e2nicos. Nos melhores anos, concorrem com os Hermitages.<\/li>\n<li><strong>Fran\u00e7a, Rh\u00f4ne (Chateauneuf-du-Pape)<\/strong> &#8211; Nesta famosa denomina\u00e7\u00e3o, a Syrah \u00e9 coadjuvante da Grenache, originando exemplares suculentos, picantes, arom\u00e1ticos e prontos para beber em 03 anos ou, se preferir, evoluir por mais 10. \u00c9 preciso tomar muito cuidado com esta denomina\u00e7\u00e3o, pois existe muito vinho sem gra\u00e7a, com excesso de \u00e1lcool e pouca inspira\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li><strong>Austr\u00e1lia, geral<\/strong> &#8211; A Austr\u00e1lia foi o grande respons\u00e1vel pelo renascimento dessa casta. Nas d\u00e9cadas de 1970 e 1980, mostrou ao mundo que era poss\u00edvel fazer grandes vinhos fora da Europa. Praticamente todas as regi\u00f5es cultivam Shiraz;<\/li>\n<li><strong>Austr\u00e1lia, regi\u00f5es<\/strong> &#8211; As regi\u00f5es que mais merecem destaque de todo o excelente cen\u00e1rio australiano para a casta Shiraz s\u00e3o: Hunter Valley, Barossa Valley, Margaret River e McLaren Vale. Os vinhos tendem a ser potentes, encorpados, arom\u00e1ticos, quase explosivos. Fant\u00e1sticos;<\/li>\n<li><strong>Chile, Vale Central<\/strong> &#8211; A \u00e1rea cultivada de Shiraz ainda \u00e9 pequena, mas est\u00e1 crescendo r\u00e1pido. Seus vinhos s\u00e3o mais florais e frutados e n\u00e3o precisam envelhecer;<\/li>\n<li><strong>EUA, Calif\u00f3rnia\/Washington<\/strong> &#8211; Produz vinhos interessantes, tanto no estilo franc\u00eas, quanto no australiano. Seus vinhos s\u00e3o equilibrados, elegantes e, ao mesmo tempo, potentes. Tamb\u00e9m n\u00e3o precisam envelhecer.<\/li>\n<\/ul>\n<h6>Confraria dos Prazeres &#8211; reuni\u00e3o de 19 de outubro de 2015:<\/h6>\n<ol>\n<li><strong>Crozes-Hermitage AOC &#8211; Safra 2012<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-394 \" src=\"https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chateau-ste-michelle-syrah-2011.png\" alt=\"Chateau Ste. Michelle Syrah 2011\" width=\"124\" height=\"437\"><\/strong><br \/>\nProdutor: Nicolas Perrin<br \/>\nTinto seco (FeA &#8211; 10M\/F)<br \/>\n<em>Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$ 231,00<\/em><\/li>\n<li><strong>Character Shiraz &#8211; Safra 2009<\/strong><br \/>\nProdutor: Haras de Pirque<br \/>\nTinto seco (FeM &#8211; 12M\/F)<br \/>\n<em>Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$ 130,00<\/em><\/li>\n<li><strong>Ste. Michelle Shiraz &#8211; Safra 2011<\/strong><br \/>\nProdutor: Ch\u00e2teau Ste. Michelle<br \/>\nTinto seco (FeA &#8211; 12M\/FA)<br \/>\n<em>Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$ 161,00<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><em><span style=\"text-decoration: underline;\">Nota<\/span>:&nbsp;os tr\u00eas vinhos degustados foram \u00f3timos, por\u00e9m, destacamos o 3\u00ba como sendo magn\u00edfico.<\/em><\/p>\n<h6>CONFRARIA DOS PRAZERES &#8211; REUNI\u00c3O DE 22&nbsp;DE agosto&nbsp;DE 2016:<\/h6>\n<p>Nesta 2\u00aa reuni\u00e3o sobre o tema Syrah, destacamos alguns cortes dessa casta e degustamos os seguintes vinhos:<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Signargues &#8211; C\u00f4tes du Rh\u00f4ne Villages AOC &#8211; Safra 2012<\/strong><br \/>\nProdutor: Domaine La Montagnette<br \/>\nTinto seco (FeA &#8211; S\/M &#8211; 12T &#8211; Bio)<br \/>\n<em>Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$ 149,00<\/em><\/li>\n<li><strong>Cricket Pitch &#8211; Safra 2005<\/strong><br \/>\nProdutor: Brokenwood (James Halliday)<br \/>\nTinto seco (Fem &#8211; 18M\/FA)<br \/>\n<em>Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$ 198,00<\/em><\/li>\n<li><strong>Show Reserve &#8211; GSM &#8211; Safra 2005<\/strong><br \/>\nProdutor: Rosemount Estate Winery<br \/>\nTinto seco (FeA &#8211; 12M\/FA)<br \/>\n<em>Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$ 170,00<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<hr>\n<p>Texto de Andr\u00e9 Monteiro.<br \/>\nEditado e publicado por: Maicon F. Santos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Syrah para os franceses ou Shiraz&nbsp;para os australianos, tanto faz. \u00c9 a mesma uva, s\u00f3 muda o estilo. A Syrah \u00e9 uma casta tinta, origin\u00e1ria da Fran\u00e7a. Existem in\u00fameras hist\u00f3rias a respeito da sua origem. 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