{"id":253,"date":"2009-07-24T12:28:38","date_gmt":"2009-07-24T15:28:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.guiadovinho.com.br\/?p=253"},"modified":"2024-06-24T21:13:54","modified_gmt":"2024-06-25T00:13:54","slug":"a-uva-pinot-noir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/guiadovinho.com.br\/?p=253","title":{"rendered":"A Uva Pinot Noir"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-761 alignright\" src=\"https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/paul_hobbs_pinot_noir-81x300.png\" alt=\"\" width=\"81\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/paul_hobbs_pinot_noir-81x300.png 81w, https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/paul_hobbs_pinot_noir-276x1024.png 276w, https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/paul_hobbs_pinot_noir.png 323w\" sizes=\"auto, (max-width: 81px) 100vw, 81px\" \/>Para muitos, a casta mais sublime e elegante que existe.<\/p>\n<p>A <strong>Pinot Noir<\/strong> \u00e9 uma casta tinta, origin\u00e1ria da Fran\u00e7a. N\u00e3o existe mist\u00e9rio quanto a sua origem, sua terra natal \u00e9 a espetacular Borgonha h\u00e1 mais de 02 mil anos. Os primeiros registros de seu cultivo remetem aos Gauleses em torno de 150AC. Sua import\u00e2ncia e reconhecimento s\u00e3o antigos. Em 1395, o ent\u00e3o Duque da Borgonha, Felipe, pro\u00edbe o plantio e cultivo da casta Gamay na C\u00f4te D\u2019Or por consider\u00e1-la de qualidade inferior, privilegiando a Pinot Noir.<!--more--><\/p>\n<p>Por ser t\u00e3o antiga, a <strong>Pinot Noir<\/strong> originou toda uma fam\u00edlia de uvas: <strong>Pinot Gris e Pinot Blanc<\/strong>. Al\u00e9m disso, segundo recentes estudos de DNA, 16 castas distintas t\u00eam a Pinot Noir na sua origem, dentre elas: Chardonnay, Gamay, Melon de Bourgogne (Muscadet) e Auxerrois (Malbec). O cultivo em outras partes do mundo s\u00f3 come\u00e7ou na d\u00e9cada de 1990 (Nova Zel\u00e2ndia, Calif\u00f3rnia, Oregon, Austr\u00e1lia).<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XV, a Pinot Noir come\u00e7a a ser plantada na regi\u00e3o que hoje conhecemos como Champagne, mais precisamente na sub-regi\u00e3o de Epernay. Segundo a lenda, Dom P\u00e9rignon utilizava apenas Pinot Noir, alegando que as uvas brancas tinham uma tend\u00eancia latente \u00e0 re-fermenta\u00e7\u00e3o. Acontece que mesmo assim o vinho produzido possu\u00eda uma instabilidade enorme, tendendo a interromper a fermenta\u00e7\u00e3o com o in\u00edcio do frio (Outono) e voltando a fermentar no calor (Primavera). Dom P\u00e9rignon acreditava que guardar os vinhos em barris de carvalho fazia com que eles perdessem os aromas, portanto, ele os guardava j\u00e1 nas garrafas. Quando a segunda fermenta\u00e7\u00e3o ocorria, o g\u00e1s (di\u00f3xido de carbono) ficava retido na garrafa. E assim, segundo a lenda, nascia o Champagne. Champagne feito somente de Pinot Noir.<\/p>\n<p>Voltando para a Borgonha&#8230; Foi a partir de 1631, com a venda do La Roman\u00e9e em Vosne pela abadia de St.Vivant, que os burgueses de Dijon come\u00e7aram a investir na regi\u00e3o. Rapidamente, o reconhecimento surgiu e os vinhos de Vosne, Chambertin, Clos de B\u00e8ze, Fixin, Volnay ocuparam lugar de destaque para os franceses. A primeira classifica\u00e7\u00e3o oficial data de 1861 e deve-se ao Dr. Jules Lavalle, do Comit\u00ea d\u2019Agriculture de Beaune, que a elaborou para a Exposi\u00e7\u00e3o Universal do ano seguinte.<\/p>\n<p>Como podemos explicar que uma regi\u00e3o t\u00e3o pequena, produza vinhos t\u00e3o diferentes? Como podemos entender a diferen\u00e7a entre um Volnay e um Pommard, ou ainda, entre um Chambertin e um Nuits? A explica\u00e7\u00e3o mais s\u00e1bia \u00e9 o que os franceses chamam de Terroir, ou seja, o conjunto complexo de solo, clima, situa\u00e7\u00e3o e ambiente da videira. &#8220;\u00c9 o terroir que explica a Pinot Noir, ou a Pinot Noir que explica o terroir: de qualquer forma, intimamente ligados, os dois constituem a chave da variedade da C\u00f4te d\u2019Or.&#8221; (Hugh Johnson).<\/p>\n<h3>Caracter\u00edsticas<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-766 alignleft\" src=\"https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/chambolle_musigny_pinot_noir-111x300.png\" alt=\"Chambolle-Musigny 1er Cru Les Amoureuses 2019\" width=\"111\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/chambolle_musigny_pinot_noir-111x300.png 111w, https:\/\/guiadovinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/chambolle_musigny_pinot_noir.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 111px) 100vw, 111px\" \/>A <strong>Pinot Noir<\/strong> n\u00e3o se adapta em qualquer regi\u00e3o. \u00c9 uma casta muito dif\u00edcil de cultivar, quase temperamental. Para muitos apreciadores s\u00f3 existe uma regi\u00e3o que vale a pena, a Borgonha. Para outros, menos radicais, ainda pode-se encontrar bons Pinot Noir na Nova Zel\u00e2ndia e Calif\u00f3rnia. Apesar dessa pequena diferen\u00e7a de opini\u00e3o, existe o consenso que ningu\u00e9m faz Pinot Noir como a Borgonha. L\u00e1 ela se mostra insuper\u00e1vel, majestosa e soberba.<\/p>\n<p>A casta \u00e9 vigorosa, deve-se tomar cuidado com o rendimento. Se o vinhedo n\u00e3o for bem cuidado, n\u00e3o h\u00e1 nada que se possa fazer na cantina, ou seja, n\u00e3o se conserta. Apresenta cachos pequenos e de cor violeta profunda, os seus bagos tamb\u00e9m s\u00e3o pequenos, redondos, delicados e de casta fina. Necessita de clima fresco bem equilibrado. Floresce e amadurece mais cedo. O excesso de frio produz vinhos p\u00e1lidos e de sabores pobres. O excesso de calor sobre amadurece a Pinot Noir, provocando sabores e aromas excessivamente tostados e de gel\u00e9ias, afastando a eleg\u00e2ncia marcante.<\/p>\n<p>Em linhas gerais, os aromas prim\u00e1rios mais encontrados s\u00e3o: frutas vermelhas (cereja, framboesa, morango, ameixa), florais (violeta, rosas), especiarias (alca\u00e7uz, a\u00e7afr\u00e3o, canela, or\u00e9gano, ch\u00e1 verde) outros (vegeta\u00e7\u00e3o rasteira, terra molhada, ch\u00e3o de terra, alm\u00edscar, azeitona preta). Com o tempo de guarda, os melhores vinhos podem apresentar: amadeirados (s\u00e2ndalo, incenso, cedrinho, caixa de charutos), animal (couro velho, suor), outros (ervas, especiarias, funghi, trufa).<\/p>\n<h4>Aromas<\/h4>\n<ul>\n<li>Cereja,<\/li>\n<li>Framboesa,<\/li>\n<li>Morango fresco,<\/li>\n<li>Ameixa vermelha,<\/li>\n<li>Violeta,<\/li>\n<li>Rosas,<\/li>\n<li>A\u00e7afr\u00e3o,<\/li>\n<li>S\u00e2ndalo,<\/li>\n<li>Cedrinho,<\/li>\n<li>Trufas,<\/li>\n<li>Terroso,<\/li>\n<li>Alm\u00edscar.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Na boca, a Pinot Noir \u00e9 ainda mais fascinante. Alguns especialistas alegam que ela remete \u00e0s boas coisas\/lembran\u00e7as da inf\u00e2ncia. Morangos, sumo de carne, temperos e uma deliciosa sensa\u00e7\u00e3o sedosa. Normalmente a acidez se destaca com taninos e \u00e1lcool bem equilibrados e discretos. Possui boa estrutura, intensidade, complexidade e apresenta-se marcante, apesar de seu corpo ser m\u00e9dio (na maioria das vezes). A passagem por madeira \u00e9 bem vinda desde que n\u00e3o destrua sua delicadeza.<\/p>\n<p>A <strong>Pinot Noir<\/strong> \u00e9 uma casta para ser apresentada sozinha (varietal). Poucas experi\u00eancias de corte (assemblage) deram certo. Champagne \u00e9 uma delas, onde se pode cortar com a Pinot Meunier e a Chardonnay.<\/p>\n<p>Ela pode originar alguns vinhos prontos para o consumo logo que s\u00e3o engarrafados. Mas os melhores precisam de alguns anos para evoluir. Os vinhos jovens devem ser consumidos at\u00e9 05 anos. Os vinhos de guarda seguem a seguinte linha: de 05 a 12 anos (EUA e Nova Zel\u00e2ndia), de 05 a 20 anos (C\u00f4te D\u2019Or).<\/p>\n<h3>Principais Regi\u00f5es<\/h3>\n<p>Conforme j\u00e1 foi dito, a melhor regi\u00e3o para a Pinot Noir \u00e9 a Borgonha. Mas essa regi\u00e3o \u00e9 complicada, com muitas subdivis\u00f5es e denomina\u00e7\u00f5es. A que mais se destaca \u00e9 a C\u00f4te D\u2019Or, que tamb\u00e9m \u00e9 dividida entre C\u00f4te de Nuits e C\u00f4te de Beaune, cada uma com as suas apela\u00e7\u00f5es, a saber:<\/p>\n<p><b>C\u00f4te de Beaune:<\/b> Ladoix, Pernand-Vergelesses, Aloxe-Corton, Chorey-l\u00eas-Beaune, Savigny-l\u00eas-Beaune, Beaune, Pommard, Volnay, Month\u00e9lie, Meursault, Auxey-Duresses, Saint-Romain, Puligny-Montrachet, Saint-Aubin, Chassagne-Montrachet, Santenay e Maranges.<\/p>\n<p><b>C\u00f4te de Nuits:<\/b> Marsannay, Fixin, Gevrey-Chambertin, Morey-Saint-Denis, Chambolle-Musigny, Vougeot, Vosne-Roman\u00e9e e Nuits-Saint-Georges.<\/p>\n<p>Cultivada em poucos lugares do mundo, as principais regi\u00f5es e caracter\u00edsticas s\u00e3o:<\/p>\n<p><b>Fran\u00e7a, Borgonha (C\u00f4te de Nuits)<\/b> \u2013 Come\u00e7a ao sul da cidade de Dijon e se estende at\u00e9 Nuits-Saint-Georges. A melhor e mais espetacular regi\u00e3o para a Pinot Noir. Seus vinhos precisam de tempo para evoluir e mostrar todos os nuances de aromas e gostos;<\/p>\n<p><b>Fran\u00e7a, Borgonha (C\u00f4te de Beaune)<\/b> \u2013 Come\u00e7a na cidade de Ladoix e se estende at\u00e9 Santenay. Uma das melhores express\u00f5es. Vinhos menos complexos que precisam de menos tempo para evoluir. Elegantes, perfumados e delicados;<\/p>\n<p><b>Fran\u00e7a, Champagne<\/b> \u2013 As melhores vinhas est\u00e3o em Montagne de Reims e \u00e9 a\u00ed que a Pinot Noir domina. Outra regi\u00e3o produtora \u00e9 o Aube. No total, ela \u00e9 respons\u00e1vel por 35% da \u00e1rea plantada;<\/p>\n<p><b>Nova Zel\u00e2ndia<\/b> \u2013 A melhor alternativa a Borgonha. Tamb\u00e9m \u00e9 excelente, por\u00e9m com menos eleg\u00e2ncia e delicadeza, mas com uma competente estrutura. A Ilha do Norte mostrou-se muito quente para a Pinot Noir, assim sendo, a Ilha do Sul investiu nessa variedade de uva, principalmente na sub-regi\u00e3o de Canterbury e Marlborough. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o na Ilha do Norte \u00e9 a sub-regi\u00e3o de Wairarapa, onde o micro clima permite produzir Pinot Noir mais excitantes. Vale a pena;<\/p>\n<p><b>EUA (Calif\u00f3rnia)<\/b> \u2013 Produz vinhos deliciosos e muitas vezes, complexos. Possuem aromas exuberantes de framboesa e cereja com toques de carvalho franc\u00eas;<\/p>\n<p><b>EUA (Oregon)<\/b> \u2013 O destaque fica por conta da sub-regi\u00e3o de Willamette Valley, excepcional produtora de Pinot Noir;<\/p>\n<p><b>Outras Regi\u00f5es<\/b> \u2013 Ainda merecem destaque alguns produtores da \u00c1frica do Sul, Chile, Austr\u00e1lia e It\u00e1lia.<\/p>\n<h4>Grandes Pinots Noir<\/h4>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"Normal2\" valign=\"top\">\n<ul>\n<li>DRC,<\/li>\n<li>Leroy,<\/li>\n<li>Faiveley,<\/li>\n<li>Louis Jadot,<\/li>\n<li>Jean Grivot,<\/li>\n<li>J.Drouhin,<\/li>\n<li>D.des Lambrays,<\/li>\n<li>D.Leflaive<\/li>\n<li>M\u00e9o-Camuzet,<\/li>\n<li>Comte Georges de Vog\u00fc\u00e9,<\/li>\n<li>Alain Michelot,<\/li>\n<li>D.Dujac,<\/li>\n<li>Dominique Laurent,<\/li>\n<li>Dugat-Py,<\/li>\n<li>Pierre Damoy,<\/li>\n<li>Philippe Pacalet,<\/li>\n<li>Denis Bachelet,<\/li>\n<li>Denis Mortet,<\/li>\n<li>E.Rouget,<\/li>\n<\/ul>\n<\/td>\n<td><\/td>\n<td class=\"Normal2\" valign=\"top\">\n<ul>\n<li>Rousseau,<\/li>\n<li>A.Rodet,<\/li>\n<li>Robert Chevillon,<\/li>\n<li>Bernard Morey,<\/li>\n<li>Braida,<\/li>\n<li>Rochioli,<\/li>\n<li>Calera,<\/li>\n<li>D.Drouhin,<\/li>\n<li>Giaconda,<\/li>\n<li>Ata Rangi,<\/li>\n<li>Schubert,<\/li>\n<li>Dry River,<\/li>\n<li>Felton Road,<\/li>\n<li>Isabel,<\/li>\n<li>Cloud Bay,<\/li>\n<li>Martinborough,<\/li>\n<li>Seresin,<\/li>\n<li>Villard.<\/li>\n<\/ul>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3>Compatibiliza\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A <strong>Pinot Noir<\/strong> n\u00e3o \u00e9 uma casta para iniciantes. Sua estrutura mais delicada pode decepcionar alguns desavisados. N\u00e3o espere encontrar madeira nova, excesso de \u00e1lcool, do\u00e7ura ou pot\u00eancia. Os Pinot Noir n\u00e3o s\u00e3o assim.<\/p>\n<p>Podemos dizer que ela \u00e9 muito vers\u00e1til e bem vinda \u00e0 mesa. As melhores combina\u00e7\u00f5es s\u00e3o:<\/p>\n<p><b>Borgonha<\/b> \u2013 Os parceiros ideais s\u00e3o as aves de ca\u00e7a, como o pato, especialmente se servidos com cerejas cozidas; galinha d\u2019angola, carr\u00e9 de vitela, trufas. Os tintos da C\u00f4te de Beaune combinam mais com ca\u00e7as de sabores suaves como o fais\u00e3o, javali e coelho. Enquanto os tintos da C\u00f4te de Nuits, precisam de sabores mais marcantes, como o pombo, pato selvagem, veado e lebre. N\u00e3o esquecendo do cl\u00e1ssico Boeuf \u00e0 la Bourguignonne;<\/p>\n<p><b>Nova Zel\u00e2ndia e Austr\u00e1lia<\/b> \u2013 Combinam com codorna, pato, peru, presunto e peixes carnudos. Por sinal, Atum e Salm\u00e3o s\u00e3o boas escolhas para Pinot Noir mais leves e jovens;<\/p>\n<p><b>EUA<\/b> &#8211; seguem a mesma compatibiliza\u00e7\u00e3o dos neozelandeses.<\/p>\n<h4>Confira os vinhos degustados pela Confraria dos Prazeres nesta reuni\u00e3o:<\/h4>\n<ul>\n<li><b>Schubert 2003<\/b> \u2013 Pinot Noir &#8220;Wairarapa&#8221; (Nova Zel\u00e2ndia) &#8211; Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$220,00 (WS88)<\/li>\n<li><b>Mercurey 2001<\/b> \u2013 (Borgonha, C\u00f4te Chalonnaise) &#8211; Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$160,00<\/li>\n<li><b>A.Rodet 2001<\/b> \u2013 Pommard (Borgonha, C\u00f4te de Beaune) &#8211; Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$260,00<\/li>\n<li><b>D.Guy Dufouleur 2000<\/b> \u2013 Fixin 1er Cru &#8220;Clos du Chapitre \u2013 Vieilles Vignes&#8221; (Borgonha, C\u00f4te de Nuits) &#8211; Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$335,00<\/li>\n<li><b>C.de Molina 2007<\/b> \u2013 Pinot Noir (Chile) &#8211; Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$39,70 (Vinho que usamos no Jantar desta noite)<\/li>\n<\/ul>\n<p>____<\/p>\n<p>At\u00e9 a pr\u00f3xima degusta\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Texto: Andr\u00e9 Monteiro.<br \/>\nEditado e publicado por: Maicon F. Santos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para muitos, a casta mais sublime e elegante que existe. A Pinot Noir \u00e9 uma casta tinta, origin\u00e1ria da Fran\u00e7a. N\u00e3o existe mist\u00e9rio quanto a sua origem, sua terra natal \u00e9 a espetacular Borgonha h\u00e1 mais de 02 mil anos. Os primeiros registros de seu cultivo remetem aos Gauleses em torno de 150AC. 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