{"id":251,"date":"2009-07-09T11:45:08","date_gmt":"2009-07-09T14:45:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.guiadovinho.com.br\/?p=251"},"modified":"2009-07-09T11:45:08","modified_gmt":"2009-07-09T14:45:08","slug":"a-uva-grenache-garnacha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/guiadovinho.com.br\/?p=251","title":{"rendered":"A Uva Grenache &#8211; Garnacha"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"\/fotos\/chateauneuf_p.jpg\" class=\"alignleft size-medium\" width=\"102\" height=\"40\" alt=\"\">A <strong>Grenache<\/strong> (ou <strong><i>Grenache Noir<\/i><\/strong>) \u00e9 a segunda casta vin\u00edfera mais cultivada no mundo. Ela n\u00e3o \u00e9 famosa nem conhecida como a <i>Merlot<\/i> ou <i>Cabernet Sauvignon<\/i> e a maioria das pessoas nem imagina que j\u00e1 experimentou essa uva. Mas ent\u00e3o, a grande pergunta que fica no ar \u00e9: Se pouca gente conhece essa uva, como pode ser t\u00e3o cultivada? A resposta \u00e9 f\u00e1cil: Essa casta normalmente se apresentba em corte e n\u00e3o varietal. Alguns dos vinhos que n\u00f3s conhecemos t\u00e3o bem, levam um percentual de <i>Grenache<\/i>. Apenas para exemplificar: <i>Rioja, Ch\u00e2teauneuf-du-Pape e &#8220;GSM&#8221;<\/i>.<!--more--><\/p>\n<p>Sua origem est\u00e1 intimamente ligada ao Mediterr\u00e2neo. Sua terra natal \u00e9 a Espanha, mais precisamente a regi\u00e3o litor\u00e2nea da Catalu\u00f1a. Por conta disso, a <strong>Grenache<\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 conhecida pelo seu nome espanhol, <strong>Garnacha<\/strong> (ou <strong>Garnacha Tinta<\/strong>). Ainda recebe o nome de <strong>Cannonau<\/strong> na C\u00f3rsega e na Sardenha.<\/p>\n<p>F\u00e1cil de cultivar, pode ser encontrada em muitas regi\u00f5es (mais quentes). \u00c9 uma uva vers\u00e1til, produz desde vinhos ros\u00e9s, passando pelos tintos, chegando aos vinhos de sobremesa. Pode estagiar em madeira (velha, de prefer\u00eancia) ou n\u00e3o. Origina vinhos alco\u00f3licos, arom\u00e1ticos com poucos taninos e baixa acidez.<\/p>\n<h3>Caracter\u00edsticas<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"\/fotos\/grenache.jpg\" class=\"alignright size-medium\" width=\"237\" height=\"296\" alt=\"\">A palavra chave para se ter um bom vinho (varietal ou cortado) feito a partir da Grenache \u00e9 Baixo Rendimento. Essa casta \u00e9 muito vigorosa, portanto, necessita ser domada no vinhedo com v\u00e1rias podas. Segundo alguns especialistas, o rendimento ideal da Grenache \u00e9 de aproximadamente 35hl\/ha, por\u00e9m, \u00e9 comum encontrar apenas 06hl\/ha nas vinhas velhas do Priorato e 15hl\/ha em Ch\u00e2teauneuf-du-Pape.<\/p>\n<p>O descaso com o vinhedo compromete totalmente o resultado final, n\u00e3o sendo poss\u00edvel corrigir na cantina (adega). Outro cuidado que se deve tomar \u00e9 com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 possibilidade de ocorr\u00eancia de oxida\u00e7\u00e3o prematura durante a fermenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Grenache \u00e9 possivelmente a casta mais &#8220;soci\u00e1vel&#8221; que existe, participando de v\u00e1rios cortes. F\u00e1cil de cultivar, a videira se adapta muito bem aos climas mais quentes com pouca \u00e1gua.<\/p>\n<p>Os melhores solos s\u00e3o: calc\u00e1rio, arenoso e gran\u00edtico (galets roul\u00e9s e llicorella). Melhor ainda se forem secos com excelente drenagem e podres em nutrientes.<\/p>\n<p>Possui brotamento precoce e longo per\u00edodo de crescimento at\u00e9 o completo amadurecimento. Sendo uma das \u00faltimas castas a ser colhida. Isso explica, em parte, a alta concentra\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar no bago, o que resulta em elevada gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica, podendo passar dos 15\u00ba. Os bagos s\u00e3o pequenos, de pele fina e com pouco pigmento; originando vinhos com poucos taninos e pouca cor.<\/p>\n<h4>Aromas:<\/h4>\n<ul>\n<li>Framboesa;<\/li>\n<li>Morango;<\/li>\n<li>Ameixa;<\/li>\n<li>Damasco seco;<\/li>\n<li>Pimenta do reino fresca;<\/li>\n<li>Especiarias;<\/li>\n<li>Azeitona preta;<\/li>\n<li>Castanha assada;<\/li>\n<li>Caf\u00e9;<\/li>\n<li>Couro;<\/li>\n<li>Amarone.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Devido a sua versatilidade em produzir vinhos de diferentes estilos, podemos dizer que s\u00e3o muitos os aromas e sabores da Grenache.<\/p>\n<p>Em linhas gerais, os aromas prim\u00e1rios mais encontrados s\u00e3o: frutas vermelhas (morango, framboesa, ameixa), frutas pretas (groselha preta, amora), especiarias (pimenta do reino, gengibre, azeitonas pretas), amanteigados (mel), amadeirados (caf\u00e9, couro, tostado, castanha assada). Dependendo da regi\u00e3o, ainda podemos encontrar aromas de amarone italiano ou tawny.<\/p>\n<p>Na boca, a Grenache tamb\u00e9m pode se apresentar das mais variadas formas: ros\u00e9, tinto seco ou doce. Seus vinhos tendem a ser alco\u00f3licos, vivos, intensos, potentes e gordos. Algumas vezes a acidez e o tanino podem decepcionar. O corpo pode variar entre baixo para m\u00e9dio (ros\u00e9s), passando pelo corpo m\u00e9dio cl\u00e1ssico (tintos de Rioja e Ch\u00e2teauneuf-du-Pape) at\u00e9 encorpados (Priorato e &#8220;GSM&#8221;). Al\u00e9m disso, no caso dos vinhos de sobremesa, a textura \u00e9 envolvente, potente e complexa.<\/p>\n<p>Assim como a maioria das castas, a Grenache pode ser apresentada sozinha (varietal) ou em corte (assemblages). Os vinhos em corte s\u00e3o mais frequentes. As associa\u00e7\u00f5es mais comuns s\u00e3o com a Tempranillo (Rioja), Merlot, Cabernet Sauvignon, Syrah e Cari\u00f1ena (Priorato) e Mourv\u00e8dre (Rh\u00f4ne e Austr\u00e1lia).<\/p>\n<p>O fato de ser t\u00e3o ecl\u00e9tica nos permite degust\u00e1-la jovem ou n\u00e3o; tudo depende da regi\u00e3o e do estilo do vinho. Somente os melhores vinhos merecem ser guardados. Nessa linha temos:<\/p>\n<ul>\n<li>at\u00e9 05 anos (vinhos ros\u00e9s e tintos mais simples);<\/li>\n<li>de 03 a 07 anos (Riojas crianza, Gigondas e C\u00f4tes Du Rh\u00f4ne);<\/li>\n<li>de 05 a 10 anos (Banyuls e Maury);<\/li>\n<li>de 05 a 15 anos (Priorato e Ch\u00e2teauneuf-du-Pape).<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Principais Regi\u00f5es<\/h3>\n<p>Cultivada em muitos lugares do mundo, as principais regi\u00f5es s\u00e3o:<\/p>\n<p><b>Espanha, Priorato<\/b> \u2013 Tudo indica que aqui \u00e9 a sua terra natal. As videiras s\u00e3o antigas. Existem dois estilos de vinhos aqui, o antigo que ir\u00e1 se apresentar ultra potente, concentrado, alco\u00f3lico e extremamente escuro que precisar\u00e1 de muitos anos para evoluir (cortada com Cari\u00f1ena). O estilo moderno apresenta vinhos mais prontos, ainda potentes, com intenso aroma frutado (cortada com Syrah, Merlot ou Cabernet Sauvignon);<\/p>\n<p><b>Espanha, Rioja<\/b> \u2013 J\u00e1 teve mais prest\u00edgio, hoje, seu cultivo est\u00e1 em decl\u00ednio na regi\u00e3o. Mesmo assim, ainda existem aproximadamente 9.000ha em atividade, principalmente em Rioja Baja, onde comp\u00f5e cerca de 20% da mistura. Seus vinhos n\u00e3o s\u00e3o recomendados para guarda;<\/p>\n<p><b>Espanha, Navarra<\/b> \u2013 Aqui a palavra chave \u00e9 Rosado. Navarra produz alguns dos melhores vinhos ros\u00e9s da Espanha e a Garnacha tem papel fundamental nisso, fornecendo \u00e1lcool, estrutura e aromas frutados;<\/p>\n<p><b>Fran\u00e7a, Vale do Rh\u00f4ne (Regi\u00e3o Sul) <\/b> \u2013 A Grenache \u00e9 uma das grandes estrelas da regi\u00e3o. Muitos dizem que ela \u00e9 a &#8220;carregadora de piano&#8221; dos vinhos cortados. Ela responde por, nada menos, que 40% dos vinhos denominados &#8220;C\u00f4tes du Rh\u00f4ne&#8221; e &#8220;C\u00f4tes du Rh\u00f4ne-Villages&#8221;. O grande problema aqui \u00e9 que a qualidade varia tanto quanto o n\u00famero de r\u00f3tulos a venda. \u00c9 necess\u00e1rio conhecer bem a regi\u00e3o e os produtores. Ainda valem a pena os vinhos da denomina\u00e7\u00e3o Vacqueyras;<\/p>\n<p><b>Fran\u00e7a, Ch\u00e2teauneuf-du-Pape<\/b> \u2013 Nesta famosa denomina\u00e7\u00e3o, a Grenache representa a espinha dorsal do vinho, originando exemplares suculentos, picantes, arom\u00e1ticos e prontos para beber em 3 anos ou, se preferir, evoluir por mais 10. \u00c9 preciso tomar muito cuidado com esta denomina\u00e7\u00e3o, pois existe muito vinho sem gra\u00e7a, com excesso de \u00e1lcool e pouca inspira\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p><b>Fran\u00e7a, Gigondas<\/b> \u2013 Outra denomina\u00e7\u00e3o do sul do Vale do Rh\u00f4ne que \u00e9 dominada pela Grenache (80%). Seus melhores vinhos podem ser elegantes com um toque de evolu\u00e7\u00e3o, inclusive na cor. \u00c9 comum na regi\u00e3o, estagiar a Grenache em barricas grandes e velhas;<\/p>\n<p><b>Fran\u00e7a, Tavel e Lirac<\/b> \u2013 Aqui a vez \u00e9 do vinho ros\u00e9. Origina vinhos surpreendentes, alco\u00f3licos, estruturados e muitas vezes, espetaculares;<\/p>\n<p><b>Fran\u00e7a, Roussillon<\/b> \u2013 Mais precisamente nas sub-regi\u00f5es de Banyuls e Maury. A especialidade s\u00e3o os vinhos de sobremesa, fant\u00e1sticos. Para muitos, os \u00fanicos vinhos que harmonizam com chocolate;<\/p>\n<p><b>Austr\u00e1lia<\/b> \u2013 Come\u00e7ou a ser cultivada na regi\u00e3o de South Austr\u00e1lia (Adelaide) no final do s\u00e9culo 18 e, ainda hoje, muitos parreirais em produ\u00e7\u00e3o t\u00eam mais de 80 anos. Uma sigla representa o que h\u00e1 de melhor por l\u00e1: &#8220;GSM&#8221;, ou seja, um delicioso vinho tinto feito da mistura de Grenache, Syrah e Mourv\u00e8dre. As melhores sub-regi\u00f5es s\u00e3o Barossa Valley e McLaren Vale;<\/p>\n<p><b>Outras regi\u00f5es<\/b> \u2013 Ainda merecem destaque como bons produtores: <i>C\u00f3rsega<\/i> (vinhos mais frescos e jovens), <i>Sardenha<\/i> (vinhos concentrados varietais ou em corte com a Carignano); <i>\u00c1frica do Sul<\/i> (vinhos com um toque mais terroso, animal, com algo de velho).<\/p>\n<h4>Grandes Grenaches<\/h4>\n<ul>\n<li>Ch\u00e2teau Rayas;<\/li>\n<li>Ch\u00e2teau de Beaucastel;<\/li>\n<li>M.Chapoutier;<\/li>\n<li>E.Guigal;<\/li>\n<li>Paul Jaboulet A\u00een\u00e9;<\/li>\n<li>Jacques Perrin;<\/li>\n<li>Clos du Papes;<\/li>\n<li>Clos Mogador;<\/li>\n<li>Costers del Siurana;<\/li>\n<li>Mas Martinet;<\/li>\n<li>Mas Igneus;<\/li>\n<li>\u00c1lvaro Pal\u00e1cios;<\/li>\n<li>Rotllan Torra;<\/li>\n<li>Falset Mar\u00e7\u00e0;<\/li>\n<li>Argiolas;<\/li>\n<li>Sella&amp;Mosca;<\/li>\n<li>Bonny Doon;<\/li>\n<li>Sine Qua Non;<\/li>\n<li>Clarendon Hills;<\/li>\n<li>D&#8217;Arenberg;<\/li>\n<li>Hardys;<\/li>\n<li>Penfolds;<\/li>\n<li>Rosemount;<\/li>\n<li>Yalumba.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Compatibiliza\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Devido a sua versatilidade, a Grenache pode combinar com uma infinidade de pratos. Tudo depende do estilo do vinho. Muitas vezes ficar\u00e1 excelente sozinho. Mas as melhores combina\u00e7\u00f5es s\u00e3o:<\/p>\n<p><b>Ros\u00e9s<\/b> \u2013 Carpaccio, Paella, Frutos do Mar salteados, Vegetais grelhados, Peixes (Sardinha, Atum, Salm\u00e3o);<\/p>\n<p><b>Tintos Leves<\/b> \u2013 Combina com culin\u00e1ria picante indiana, tailandesa, parte da \u00e1rabe e churrasco;<\/p>\n<p><b>Tintos Potentes<\/b> \u2013 Grelhados, Cordeiro, Pato, Ca\u00e7arolas e Guisados.<\/p>\n<div style=\"width: 274px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"\/fotos\/grenache_vinhos.jpg\" class=\"size-medium\" width=\"264\" height=\"227\" alt=\"Vinhos elaborados com a Uva Grenache. Foto: Maicon F. Santos\"><p class=\"wp-caption-text\">Vinhos elaborados com a Uva Grenache. Foto: Maicon F. Santos<\/p><\/div>\n<h4>Confira os vinhos degustados pela Confraria dos Prazeres nesta reuni\u00e3o:<\/h4>\n<p><b>01 \u2013 Signal Hill \u2013 Grenache &#8220;La Siesta&#8221; 2002 (\u00c1frica do Sul, Carpe Town) &#8211; Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$ 65,00<\/b><\/p>\n<p><b>02 \u2013 Falset-Mar\u00e7\u00e0 \u2013 \u00c8tim Selection Grenache 2002 (Espanha, Priorato) &#8211; Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$ 80,00 (PE87)<\/b><br \/>\nVinho super denso, de aromas quentes: chocolate, gel\u00e9ia&#8230; tudo em compota.<br \/>\n\u00c1lcool um pouco elevado e sabor leve de groselha.<\/p>\n<p><b>03 \u2013 M.Chapoutier \u2013 &#8220;La Bernardine&#8221; 2005 (Fran\u00e7a, Ch\u00eateauneuf-du-Pape) &#8211; Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$ 220,00 (WS92)<\/b><\/p>\n<p><b>04 \u2013 Mas Igneus \u2013 Costers de M.Igneus 1998 (Espanha, Priorato) &#8211; Pre\u00e7o de refer\u00eancia: R$ 324,00 (RP94)<\/b><br \/>\nDe colora\u00e7\u00e3o rubi evolu\u00eddo, j\u00e1 acastanhado.<br \/>\nAromas com um toque mais doce, mais suave, de azeitonas pretas, castanha e Amareto.<br \/>\nNa boca \u00e9 equilibrado e educado. Simplesmente maravilhoso.<\/p>\n<p>____<\/p>\n<p>At\u00e9 a pr\u00f3xima degusta\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Texto de Andr\u00e9 Monteiro.<br \/>\nEditado e publicado por Maicon F. Santos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Grenache (ou Grenache Noir) \u00e9 a segunda casta vin\u00edfera mais cultivada no mundo. Ela n\u00e3o \u00e9 famosa nem conhecida como a Merlot ou Cabernet Sauvignon e a maioria das pessoas nem imagina que j\u00e1 experimentou essa uva. 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